terça-feira, 18 de julho de 2006

Relações Públicas Sem Croquete

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Renato Póvoas

2 comentários:

BIGMAC disse...

Núcleo da Al quaeda descoberto no Martim Moniz

Reuniões programadas com cuidado minucioso, efectuavam-se sempre à hora da maré cheia uma vez por semana em dia de Lua nova (simbolizando um mundo novo, um mundo melhor). José Montanelas, um GNR da Damaia, relatou a Bigmac como tudo decorreu:
- Chateado com a minha mulher, agarrei numa grade de Cerveja Cristal, abertura fácil, e dirigi-me para o meu local de pesca habitual, junto aos paquetes do Cais Sodré, onde por hábito apanhava quase sempre meia duzia de bogas, 1 ou duas cavalas e por vezes alguma “Camóne” bêbada que se arrastava até terra farta da rotina da música do Rui Veloso que tocava no barco. Comecei a desconfiar da conspiração quando ao chegar ao meu spot preferido de pesca, encontrei uma caixa de minhocas comerciais com manual de utilização em Árabe, dizia o seguinte:

“شرفتي داشته باشد اقتصادي، سياسي و فرهنگي ايران به غرب روز به روز بيشتر شود. در پي اجراي همين سياستها و رونق ظاهري شهرها، آن سالها باز كرد. از آنجا كه قرار بود وضع روستاها به مراتب بدتر از گذشته گرديد و روستائيان براي پيدا كردن لقمه اي نان فريب زرق و برق و ظاهر اغوا كننده شهر ستند تا آرام آرام اين فرهنگ اصيل و مستحكم را كم رنگ كنند تا وابستگي اقتصادي”

Obviamente ninguém iria comprar minhocas Árabes com o manual de utilização nessa lingua, proibido pela lei Portuguesa. Aí as minhas dúvidas reforçaram-se. Mais ainda quando vejo chegar dois paquistaneses a proporem-me a compra de um par de óculos escuros munidos de cana de pesca. Como fazia noite desconfiei que o preço pedido era caro e sem negociar recusei a oferta. Qual não é o meu espanto quando os homens começam a sacar peixe atrás de peixe, robalos, sargos, garoupas, até mesmo um peixe espada preto e incrivelmente um bacalhau. Como era possível? Eu ali, ainda sem ter aberto a minha terceira Cristal, abertura fácil, e já os homens tinham comer para duas semanas. Perguntei qual era o segredo ao que me responderam que as lentes eram reflex anti-estática e protegiam as córnea dos UV.
Pensei... Seria uma indirecta, estavam a gozar comigo por ter deixado a mulher chateada em casa e sozinha podia criar-me mal nas córneas? Mas não, estavam a tentar vender-me os óculos novamente.«Não amigos, o segredo para apanharem tanto peixe!». Responderam que eram as minhocas, tinham sido preparadas com o véu islâmico e qualquer peixe macho que passasse tinha de levantar o véu para verificar o sexo da minhoca, ao que ficavam imediatamente presos ao anzol tecnológico que utilizavam.

Tanta tecnologia deu-me que pensar, pelo que os segui terminada a pesca. Dirigiram-se para uma pastelaria no Martim Moniz, ao que reparei, outros elementos entravam também munidos de cana de pesca, somente um deles trazia na mão umas castanholas de Espanha. «Por fim vejo uma pessoa normal» Pensei. Entrei sem ser visto e no meio do fumo do forno reparei numa azáfama incomum. Uns a abafar o croquete, outros revoltados com os pasteis de nata que saiam crús, outros de volta de um dispositivo misterioso. De imediato chamei a brigada de explosivos, que passados poucos minutos entraram por ali dentro revolvendo tudo, saltava farinha, papo-secos, pasteis, bolos por todos os lados. Finalmente encostados à parede, mais brancos que a cal, ameaçados pela cruz de cristo e um alho erguido por um dos agentes, confessaram ser o núcleo terrorista responsável pela motivação que provocou a reaparição de Miguel Esteves Cardoso à vida dos Blogs.

Felizmente saúda-se, um abraço.

Obrigado pela sua leitura.

Anónimo disse...

Best regards from NY! » »