quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Crise: Aparecer ou fugir?

Confrontados com uma situação de crise, os líderes e gestores das empresas terão certamente o desejo de apanhar o primeiro avião e partir para um lugar longínquo. Será esta atitude mais correcta?

Segundo um estudo agora divulgado pela consultora KRC Research e da Weber Shandwick, realizado junto de 950 executivos mundiais, o caminho mais correcto é dar a cara e divulgar as medidas que irá tomar para resolver o problema. Ficar escondido dos media em períodos conturbados como os de crise, só ajudam a prejudicar ainda mais a imagem da empresa. De acordo com uma das autoras do estudo: “Os CEO são a cara da organização e nos tempos de crise espera-se que sejam eles a falar sobre o problema em questão”.

Do total de inquiridos apenas 5% afirmaram que manter o CEO longe dos media após uma situação de crise é benéfico para a companhia. A esmagadora maioria dos gestores acreditam que a solução mais eficaz é a adopção de uma imagem “transparente e proactiva” por parte da empresa, e a implementação de acções para gerir o impacto mediático.

59% considera ainda as desculpas públicas dos gestores como um acto pouco útil para resolver o episódio de crise de reputação. O mais importante neste ponto é reagir rapidamente com a apresentação de um plano coerente de medidas a tomar.

Para 76% dos gestores inquiridos, o anúncio de acções concretas da empresa para resolver o problema e a criação de mecanismos de prevenção de crise são os grandes trunfos na reconstrução da imagem da marca após um período crítico.
Se é gestor não se esqueça que é muito melhor prevenir do que remediar. Adopte um rigoroso plano de medidas antes da crise surgir para que consiga depois minimizar os efeitos devastadores de um potencial “sismo” na reputação e imagem da sua empresa.

6 comentários:

Squeezy disse...

De facto concordo plenamente com este estudo. Tal como o que estudei. Mas já na altura me suscitava algumas dúvidas na sua aplicação, isto é, uma empresa que até tenha Plano de Crise (seja ela previsível ou não) quando se encontra no "seio" da mesma conseguirá seguir o plano traçado?
É que se uma crise chega aos Meios de Comunicação Social pode tomar diversas proporções.

Ou dependerá tudo isto do facto de o Plano de Crise estar bem elaborado?

Anónimo disse...

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Renato Póvoas disse...

O ideal seria prever todos os cenários hipotéticos de crise, elaborando depois um Plano de Acção ajustado a cada cenário. No entanto, na realidade nem sempre isso acontece.

O grande desafio para os profissionais de relações públicas é criar o Plano mais detalhado e perfeito possivel, reduzindo ao máximo as probabilidades de surgirem crises não previstas no documento inicial. Só com a criação de um bom Plano e a sua adaptação/actualização regular será possível minimizar os eventuais riscos de uma crise.

Renato Póvoas

Anónimo disse...

Caro Renato Póvoas,

Eu gosto de ler o blog, mas acho que escreves com demasiados erros de português.

Só no último post:
- "Será esta atitude mais correcta?" (claro que o que querias ter dito era: "Será esta a atitude mais correcta?" ou "Será esta atitude a mais correcta?");
- "Ficar escondido dos media em períodos conturbados como os de crise, só ajudam a prejudicar ainda mais a imagem da empresa." (confusão entre número e género e construção manhosa da frase);
- "adopte um rigoroso plano de medidas antes da crise surgir" (plano de medidas não quer dizer nada, é conversa de burocrata, e o facto de "surgir" estar no infinitivo obriga a que se escreva "antes de a crise").

A tua expressão escrita põe a tua credibilidade em causa. Um pouco mais de rigor, por favor.

Renato Póvoas disse...

Caro Sr. Anónimo,

Perante o seu comentário é importante esclarecer os seguintes pontos:

- Dado não ter assinado o seu post, não sei quem é o(a) senhor(a). Daí exijo que me trate por você e não por tu;

- Escrever sob anonimato é sinónimo de cobardia e fraqueza;

- Os blogs são locais de escrita leve, solta e descontraída;

- Será ser rigoroso utilizar o termo “manhoso” como refere?!!;

- “Plano de medidas é conversa de burocrata” – Recuso-me a comentar tal disparate;


Todos os comentários são bem-vindos, e registo, com grande satisfação nestes 17 meses de existência deste local, dezenas de posts e emails (na sua esmagadora maioria muito positivos) vindos não só de Portugal como também do resto da Europa e até do Brasil. Criticar é um direito adquirido pela democracia que eu muito aprecio e sei respeitar. Agora não posso tolerar nem deixar de me pronunciar perante um comentário repleto de segundas intenções, inveja e mesquinhice.

Renato Póvoas

Anónimo disse...

Não sei quem és, nem tu sabes quem sou, mas suponho que o "você" e o "tu" pouco importem, até porque somos todos pessoas. E pessoas iguais. O tratamento diferenciado fará sentido em contextos hierarquizados, não na net.

Não critiquei nada. Tu é que queres ver crítica no que escrevi. Apontei erros de português e tu nem soubeste reconhecer que os tinhas escrito. Paciência.

"Manhoso" é uma palavra perfeitamente normal, registada nos dicionários, usada por toda a gente no dia-a-dia e com significado perfeitamente conhecido.

Uma pessoa vai ao blog de outra, dá-se ao trabalho de ler e de, ainda por cima, fazer um comentário que pode ser útil ao autor do blog. O autor do blog acha que é por inveja. OK, estamos conversados.