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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Hugo Veiga, o "Cristiano Ronaldo" da Publicidade



Com este post pretendo, em primeiro lugar, felicitar este brilhante publicitário português, considerado agora o melhor copywriter do mundo. Um feito incrível.
 
Por outro lado destacar as suas palavras quando refere que as marcas devem questionar todas as regras pré-concebidas e dar liberdade à agência para apresentar uma ideia que resolva o problema do cliente. 
 
É de facto isto mesmo. Hoje em dia as agências devem ter a confiança dos seus clientes para apresentarem ideias e projetos integrados de comunicação de forma a cumprir o seu papel enquanto parceiros de negócio: "problem solvers". 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Publicidade vs Relações Públicas

Hoje foi para o ar uma campanha de publicidade institucional da Ordem dos Farmacêuticos. Também hoje esta instituição respondeu através de um comunicado de imprensa à Ordem dos Médicos, numa polémica iniciada na semana passada. Digam-me lá o que tem mais impacto.
 
 



 


domingo, 30 de junho de 2013

O Facebook está a autodestruir-se

 
O responsável comercial do Facebook em Portugal referiu na semana passada que «a maioria das empresas acha que estar no Facebook é ter a agência de comunicação a colocar posts. O que não sabem é que é preciso pagar para se ter a certeza que se chega às pessoas» (in Diário Económico).
Se a partir de agora o foco dos responsáveis pelo Facebook for exclusivamente o aumento das receitas publicitárias, prevejo uma queda abrupta e irrecuperável da sua importância junto das pessoas. Aliás, já existem alguns dados que comprovam isto mesmo. Os conteúdos terão de ser sempre a prioridade de qualquer plataforma social, caso contrário tornam-se simplesmente vazias e perdem a razão da sua existência. Além disso chegar às pessoas não é suficiente. O importante é ter relevância junto destas para ganhar notoriedade e influenciar decisões.
A pressão da entrada em bolsa, há mais de um ano, e a constante desvalorização das suas ações tem levado o Facebook a apostar em múltiplos formatos publicitários que a tornam menos apelativa para os seus utilizadores. Compreende-se que terão de existir receitas para que possa subsistir mas nunca poderá ser a todo o custo ou de qualquer forma.
A gestão da carga publicitária numa rede social é algo muito sensível e delicado. O excesso de intrusão ou um desequilíbrio acentuado entre conteúdos e publicidade leva rapidamente ao desaparecimento dos seus utilizadores. E quando assim é, estará logo à espreita uma outra rede social mais recente, sexy e apelativa entretanto surgida.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Os publicitários são tipos com graça



 
Sim, foi um publicitário, que penso ser uma referência para o sector, que escreveu estas palavras:

"Media tradicional? Campanhas banais de TV? Patrocinar juntando apenas o logótipo? Tudo coisas do século passado. Não é esse o caminho.

O caminho é ser assunto, é patrocinar conteúdos, ou melhor, é ser conteúdo sendo, por isso mesmo, assunto. O caminho é ter ideias grandes. Muito grandes. Ideias que ponham ordem na comunicação das marcas, que lhes deem uma narrativa capaz de se desenrolar para lá dos media: uma ideia por acima dos media".
Pedro Bidarra no Dinheiro Vivo

Ver aqui artigo completo.

 

terça-feira, 19 de junho de 2012

Cannes Lions - Relações Públicas




"Setenta a 80% das candidaturas nos PR Lions (Relações Públicas) são de agências de publicidade e não de comunicação". Ver aqui notícia via Dinheiro Vivo.

Há muito que esta intrusão é percetível. Um dado que deveria de facto merecer a atenção das consultoras de comunicação. Quem estiver distraído ou nada fizer, arrisca-se a desaparecer.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Publicidade: Internet supera Imprensa no Brasil


A Internet tornou-se o segundo veículo de publicidade com mais receitas no Brasil, no primeiro trimestre do ano, à frente da Imprensa, segundo um relatório elaborado pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) e divulgado pela Exame. Ver aqui via Hipersuper.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Publicidade ou Relações Públicas?



É impressão minha ou os publicitários querem agora ser relações públicas? Pois, compreendo. Fugir da crise não é meus senhores. Ver aqui via Dinheiro Vivo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Preço da Publicidade não mede valor das RP



Não poderia estar mais de acordo com isto. No entanto, parece que ainda não existem grandes alternativas... Essa é que é essa!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Publicidade procura RP para gestão de crise


"80% dos portugueses concorda que a publicidade “só quer vender”
Ver aqui os desenvolvimentos via Briefing


“Proclamo independência da bullshit, das apresentações vazias e dos tão reais 360º, pelos quais tudo fica exactamente como estava”
Ver aqui os desenvolvimentos via Meios e Publicidade

domingo, 3 de outubro de 2010

Croquete venenoso



A propósito deste post do Rui Calafate no It's PR Stupid atrevo-me a ser ainda mais polémico: "As RP geram vendas. Não se deixe enganar pelos discursos dos publicitários" (título do capítulo 7 do meu livro Relações Públicas Sem Croquete).

Para um publicitário brilhar apenas é necessário dinheiro. Para um RP brilhar é necessário talento!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

What a surprise!


"Quase 90 por cento das pessoas dispensam anúncios" - consultar aqui notícia de hoje do Diário Económico.

Quantos mais estudos serão necessários? Será que ainda subsistem dúvidas? Quem ainda não viu esta realidade?

domingo, 8 de novembro de 2009

Os Relações Públicas como maestros das marcas


A propósito deste comentário do Rodrigo Saraiva no PiaR, aproveito para referir que de facto deverão ser os Relações Públicas a pautar o comportamento comunicacional das marcas. Estes profissionais devem estar a montante e não a jusante no processo. Já repararam que a esmagadora maioria das marcas só consegue ser reconhecida e ganhar credibilidade através das RP? Se até há uns anos os publicitários defendiam que a sua área era a fórmula mágica para solucionar todos os problemas, actualmente já falam na importância da comunicação integrada. Curioso, não é?


Deixo aqui um desafio para os nossos marketeers: falem com profissionais de Publicidade e RP e constatem quais os que têm uma visão mais ampla para a sua marca.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

ICAP


O ICAP (Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial) lançou no passado mês de Junho uma campanha de publicidade que visa aumentar a sua notoriedade e demonstrar que os diversos players do sector defendem uma publicidade verdadeira. O mote da campanha adoptado é: “A Publicidade interessa-nos a todos”. Ver aqui.

Eu diria que:

1) A notoriedade não se conquista por esta via (publicidade), mas sim pelas RP;

2) Se as pessoas daquela entidade defendem “uma publicidade mais responsável, verdadeira, legal e honesta”, qual a razão de terem adoptado uma mensagem tão questionável como “A Publicidade interessa-nos a todos”?

3) São campanhas como estas que fazem o público duvidar e desinteressar-se cada vez mais pela publicidade actual.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A oportunidade das Relações Públicas


Com a actual recessão económica as Relações Públicas terão tendência a desenvolver-se mais e a ter uma presença mais vincada nos planos de marketing das empresas. Tal situação constitui uma oportunidade mas ao mesmo tempo um desafio para os profissionais deste sector. Será necessário que estes tenham a arte e o engenho suficiente para demonstrar as mais-valias desta disciplina ao serviço das marcas.

Sendo as RP muito mais acessíveis comparativamente com a Publicidade, a tolerância poderá ser maior, mas os gestores irão exigir à mesma resultados numa óptica custo/benefício. Ninguém estará, certamente, disponível para realizar um investimento, por muito reduzido que seja, que não origine um volume de negócios suplementar.

Perante isto, apenas existe um caminho: trabalhar, assumir riscos, perseverança e inovar!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Agora Escolha

Ao reler uns apontamentos de Mark Hughes retive os dados de um estudo publicitário realizado sobre as secções das revistas dos jornais de domingo. Revela esta investigação que a capacidade para se lembrar da publicidade está relacionada com a espessura da revista. Quanto mais publicidade houver num meio de comunicação social, menos eficaz é cada anúncio.

Parece-me que existem muitas marcas que gostam de pagar para serem invisíveis aos olhos dos consumidores. Nos tempos actuais ser normal é uma banalidade. Ser diferente uma marca.

domingo, 12 de abril de 2009

RP mais poderosa que a publicidade

Já foi divulgado no passado mês de Março mas ainda não tinha aqui feito referência. Dada a sua importância fica agora a nota.


Segundo o estudo The Prominence (ver aqui notícia na PR Week) as relações públicas são mais poderosas do que a publicidade, pois um quarto do valor das marcas depende do sucesso das acções de RP. A investigação levada a cabo por uma empresa inglesa analisou a relação entre a cobertura dos media e o valor das marcas para as empresas.

O estudo revela ainda que em sectores onde existe uma maior pesquisa antes da decisão de compra, como a dos computadores, as relações públicas podem chegar a ser responsáveis por quase metade do valor da marca. Apple, Amazon, Cisco e Dell são algumas companhias da área tecnológica onde as notícias têm maior preponderância no valor global da marca. As relações públicas revelaram-se igualmente importantes em sectores como o automóvel, electrónica de consumo e serviços financeiros.
A metodologia da investigação utilizou uma combinação entre títulos, leads e menções em textos de notícias independentes que não foram pagas pela marca.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A diferença entre Relações Públicas e Publicidade


A Unicer e a Central de Cervejas arrancaram esta semana com uma campanha publicitária, cuja mensagem central é "Somos líderes". Ver aqui notícia Briefing e Meios & Publicidade.
Este é um bom exemplo que ilustra a diferença entre Publicidade e Relações Públicas. Na primeira pode-se afirmar o que bem queremos. Temos sempre presença assegurada nos media. Na segunda, apenas com a verdade, criatividade e estratégia se consegue visibilidade. Uma questão de credibilidade, somente!