terça-feira, 23 de novembro de 2010

Social Media: Não basta querer, é necessário estar preparado II


No seguimento do último post, recebi ontem mais uma informação de grande relevância para este meu espaço de Comunicação e Relações Públicas. Proveniente de uma empresa de comunicação da nossa praça, fiquei a saber que existe por aí uma instituição benemérita que anda a oferecer fraldas reutilizáveis.

Apesar de ter sido pai muito recentemente, o assunto não me emocionou o suficiente de forma a publicar aqui a informação. Lamento.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Social Media: Não basta querer, é necessário estar preparado


Através do PiaR tomei conhecimento deste post da Alda Telles sobre quais os melhores profissionais para trabalhar a comunicação das marcas nos social media. Concordo na generalidade com o artigo. Os profissionais de RP são sem sombra de dúvidas os melhores para actuar nestas novas plataformas ao nível da estratégia, conteúdos, relação, dinâmica, etc.

Contudo temos também de ser um pouco críticos connosco mesmos. Só assim conseguiremos ser melhores dia após dia e valorizar as nossas competências e trabalho junto das marcas. Digo isto porque nos últimos meses, no âmbito deste blog, tenho recebido por email informações de diversas agências de comunicação. 99,9 por cento das informações recebidas nada têm a ver com o universo da Comunicação e Relações Públicas. O meu blog deve estar certamente referenciado em algumas listas de blogs (espero eu de malta porreira), e por isso, cá vai disto. Disparamos para todo o lado, independentemente do perfil e conteúdos do blog.

Isto é uma autêntica perda de tempo, que não produz qualquer tipo de resultado e um mau trabalho que em nada prestigia o sector da Comunicação e Relações Públicas. As empresas devem estar atentas a estes duvidosos procedimentos internos e rectificar de imediato o comportamento dos seus profissionais. Isto porque para fazer copy-paste e carregar no send até a minha sobrinha de 4 anos faz.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Capacidade de comunicação de um líder

Um bom líder tem de saber comunicar de forma clara, sucinta e cativante.
Infelizmente, ainda existem muitos casos de pessoas com elevadas responsabilidades que não estão devidamente preparadas para enfrentar um jornalista ou uma audiência de média dimensão. O domínio das técnicas de comunicação é na actualidade um ponto fulcral na construção de um líder e na sua afirmação ao nível interno e externo. Por muito boa que seja uma ideia, ela só é verdadeiramente “comprada” se for bem transmitida a quem de direito. Tal como numa decisão difícil, e na actual conjuntura de crise são muitas as que os líderes têm de tomar, uma boa comunicação consegue legitimar essa posição menos simpática. Contudo, sempre num quadro de verdade e transparência.

Procure também entusiasmar as pessoas com quem tem a oportunidade de estar. Valorize ao máximo estes momentos e capte o interesse das pessoas. Contudo, sem nunca perder a sua personalidade e autenticidade, trabalhe-a de forma a ir ao encontro do interesse dos outros e em função do ambiente e circunstâncias onde está.

Por fim, seja selectivo no número de intervenções que faz. Procure não opinar sobre tudo, sabemos que não existem humanos com conhecimentos sobre todas as matérias (a devida excepção para o Nuno Rogeiro), nem emitir ideias novas todos os dias. Não caia na tentação de ambicionar ter um “soundbyte” sempre que acorda de manhã.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Publicidade procura RP para gestão de crise


"80% dos portugueses concorda que a publicidade “só quer vender”
Ver aqui os desenvolvimentos via Briefing


“Proclamo independência da bullshit, das apresentações vazias e dos tão reais 360º, pelos quais tudo fica exactamente como estava”
Ver aqui os desenvolvimentos via Meios e Publicidade

A banca e as novas tecnologias (2ª parte)



Com as novas tecnologias terão de ser criados novos bancos para responder às necessidades de um público jovem que quer cada vez mais receber informações e serviços no menor tempo possível. As redes sociais, onde estes jovens estão várias horas por dia, são assim o meio de excelência para interagir e comunicar com eficácia.

Esta geração Y (nascidos entre 1980 e 1994) que vos falo nasceu a clicar. Querem por esta via fazer tudo de forma rápida e prática. Se tal não for possível, irão certamente procurar alternativas. São pessoas extremamente voláteis e impacientes.

Por outro lado, estes utilizadores/consumidores gostam de ser escutados pelas instituições. É fundamental envolvê-los ao máximo nos processos de decisão e no desenvolvimento de produtos e serviços. Se repararem, as empresas que estão conscientes desta realidade e têm esta componente no seu ADN são as mais bem sucedidas comercialmente.

A banca em Portugal tem ainda uma postura muito egocêntrica. Eu arriscaria dizer que dois terços do seu foco são na própria instituição, e apenas 1 terço nos seus clientes. O serviço hoje tem de estar direccionado para o cliente, escutando-o todos os dias e rectificando procedimentos em função deste feedback.

Por força do desenvolvimento das novas tecnologias e dos canais online, o papel das próprias agências bancárias está condenado a mudar drasticamente. Num futuro muito próximo cada um de nós quando se deslocar ao balcão do seu banco procurará um atendimento especializado e personalizado. As tarefas banais ficarão excluídas deste espaço, sendo apenas executadas ao nível online ou nas caixas de multibanco.


Para finalizar, diria que falta uma certa maturidade às instituições bancárias. Ou seja a capacidade de ver e agir em benefício dos outros. Na verdade, raramente se importam com o que é melhor para os seus clientes.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

RP Memória

Há precisamente um ano foi assim...




Foi um ano fantástico em que tive a oportunidade de conhecer pessoas enriquecedoras em diversos locais do país (e mais virão já no próximo mês e 2011). A todos, o meu muito obrigado!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A banca e as novas tecnologias (1ª Parte)



O conservadorismo é ainda a nota principal na relação dos bancos com os seus clientes. Por exemplo no campo das novas tecnologias, que têm ajudado muitas marcas a aproximarem-se dos seus stakeholders, existe ainda um longo caminho a percorrer pela banca. A preocupação não tem ido além do desenvolvimento de websites simpáticos, funcionais e seguros para os seus clientes. A segurança é mesmo o factor que mais inibe as instituições bancárias.

Desde sempre que os bancos têm uma preocupação enorme com a segurança, o que faz com que evitem sistemas abertos que não possam controlar na totalidade. Contudo, no paradigma actual as novas tecnologias, onde se incluem não só as redes sociais como aplicações específicas para dispositivos móveis, constituem plataformas de excelência para a promoção de serviços e produtos junto do público. Com a implementação destas funcionalidades, a banca tornar-se-ia menos fria, mais sexy e principalmente mais próxima e útil para as pessoas.

As marcas devem colocar o foco na criação de instrumentos que facilitem verdadeiramente a vida aos seus clientes. Não basta realizar gigantescas campanhas de publicidade que remetem para websites com uma excelente imagem mas que pouco ou nada dizem a quem os visita. A essência deverá permanecer no pioneirismo e adequabilidade da solução desenvolvida, cujo segredo passa quase sempre pela integração de conteúdos em tecnologia inovadora.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Investigação


A Carolina Enes, aluna do mestrado em gestão estratégica das relações públicas na ESCS, está a estudar a percepção que os jornalistas e RP's têm da sua própria profissão e da profissão do outro. O trabalho só poderá ficará concluído com a resposta a um simples inquérito disponível aqui. Vamos lá participar. É totalmente gratuito! Algo cada vez mais difícil de encontrar nos tempos que correm.

Ficamos todos a aguardar as conclusões, principalmente o que os jornalistas dizem dos profissionais de comunicação. Aposto que esta parte terá linguagem menos própria!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Ministro das Finanças em novela da noite


Acredite que não é ficção. Na Tailândia, o ministro das Finanças vai ter um papel na novela da noite com maior audiência. Através de um plano do Governo que pretende estimular a amortização de empréstimos, Korn Chatikavanji irá ajudar o protagonista de "Wanida" a liquidar as dívidas que tem.

Será que a próxima novela da TVI ainda tem lugar para o nosso ministro Teixeira dos Santos?

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Os tempos actuais do nosso ensino


Ainda a propósito deste grave episódio, reitero uma vez mais que existem fortes lacunas ao nível do ensino em Portugal. Comunicação e Relações Públicas não são excepção. Multiplicam-se os cursos e as formações com pouca ou mesmo nenhuma qualidade. Por isso é que algumas delas nem sequer começam e outras quase não têm alunos.

Sabemos, como em todas as áreas, que existem bons e maus profissionais. Recordo pela positiva e com saudade os simpáticos tempos da Escola Superior de Comunicação Social e as aulas de professores que me ensinaram muito. António Marques Mendes, José Viegas Soares e Maria Duarte Bello são alguns dos que mais me marcaram. Pelo domínio do conhecimento teórico mas também prático. Pelo entusiasmo e paixão com que ensinavam. Pela exigência e rigor. Pela facilidade no trato e disponibilidade para os alunos. Pela inteligência e humildade.

E é basicamente tudo isto que infelizmente, por uma razão ou outra, escasseia no nosso ensino, tornando-o cada vez mais medíocre.

Profissionais de Relações Públicas = Mulheres da Vida Pública



O José Caria, do blogue Be Aware of the Dog, alertou-me, e bem, para uma situação inadmissível que ofende todos os que andam nesta vida... profissional de Relações Públicas. Vejam aqui a ignorância que anda por aí à solta.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Financial Times - O poder dos conteúdos

Desde o passado mês de Setembro que o jornal económico Financial Times decidiu introduzir no seu caderno de Emprego semanal três páginas de conteúdos editoriais. Agora para além dos habituais anúncios de emprego, os leitores têm a oportunidade de ler artigos e entrevistas dentro desta temática. A estratégia do jornal passa por prolongar o tempo de leitura neste suplemento e captar novos leitores para o jornal. Uma vez mais fica demonstrado o poder dos conteúdos em detrimento da publicidade tradicional.

sábado, 9 de outubro de 2010

Mais uma farpa nas agências de comunicação




Esta notícia do DN é mais um contributo para denegrir a já frágil imagem das agências de comunicação. Facto de imediato aproveitado pelos nossos representantes na Assembleia da República (ver aqui notícia do Público).

É engraçado que um partido político, neste caso o PSD, que contratou, contrata e continuará a contratar os serviços de profissionais e agências de comunicação, venha agora indignar-se publicamente contra o acordo do Governo com a Kreab Gavin Anderson (KGA) para a defesa da imagem do país nos mercados financeiros internacionais.

De acordo com o vice-presidente do grupo parlamentar do PSD, Luís Montenegro, o contrato agora celebrado com a KGA ronda os 330 mil euros, que não sua opinião é um montante elevado. Para o comum dos mortais, que nunca ouviu falar de uma agência de comunicação e muito menos sabe o que fazem, é lógico que este acordo representa mais um assalto à carteira dos portugueses. É legítimo que a esmagadora dos portugueses pense desta forma. O que não se pode aceitar é que este desconhecimento seja usado como arma política numa demagogia arrepiante.

Será que o senhor deputado já consideraria um melhor investimento se o dinheiro fosse gasto numa festa rija com o Tony Carreira e suas “muchachas”, couratos e entremeadas à descrição, vinho tinto de colheita seleccionada e uma bela sessão de fogo-de-artifício?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

domingo, 3 de outubro de 2010

Croquete venenoso



A propósito deste post do Rui Calafate no It's PR Stupid atrevo-me a ser ainda mais polémico: "As RP geram vendas. Não se deixe enganar pelos discursos dos publicitários" (título do capítulo 7 do meu livro Relações Públicas Sem Croquete).

Para um publicitário brilhar apenas é necessário dinheiro. Para um RP brilhar é necessário talento!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Air France escolhe salões de beleza para comunicar




A companhia aérea Air France associou-se no Reino Unido aos salões de beleza TonyGuy para reforçar o seu posicionamento “viagens com estilo”. Ver aqui notícia da Marketeer.

Não tenho dúvidas do sucesso desta campanha de comunicação. São espaços excelentes onde as marcas conseguem de facto impactar o target. Falo por experiência própria.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Egoísta no Jornal de Negócios


Bom trabalho da jornalista Ana Torres Pereira (Jornal de Negócios) sobre a revista Egoísta.

“A Egoísta tem mais prémios – nacionais e internacionais – do que o número das suas edições. Tanto a editora, Patrícia Reis, como eu, somos criaturas angustiadas pela ânsia da inovação e, como tal, condenadas à pena da insatisfação permanente. Padecemos da convicção de que a perfeição não existe e que, para dela nos avizinharmos, a cada etapa vencida, logo sucede uma nova fasquia de ambição”.

Mário Assis Ferreira, director da Egoísta
Jornal de Negócios - 20.09.10

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Reflexão


Para reflectir:

"Se eu voltasse ao liceu, concentrar-me-ia em duas áreas: aprender a escrever bem e a falar perante um público. Nada na vida é mais importante do que a capacidade de comunicar eficazmente".

Gerald Ford

domingo, 12 de setembro de 2010

A receita da rentrée

Depois das bolas de berlim, os croquetes estão de volta!

Eis a receita para um ano repleto de êxitos:

Atitude
Energia
Inovação
Dinâmica
Iniciativa
Criatividade
Pragmatismo
Disponibilidade
Trabalho, trabalho e trabalho!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

What a surprise!


"Quase 90 por cento das pessoas dispensam anúncios" - consultar aqui notícia de hoje do Diário Económico.

Quantos mais estudos serão necessários? Será que ainda subsistem dúvidas? Quem ainda não viu esta realidade?

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Relação consumidor - marca (breve reflexão)

Hoje em dia as marcas dão um falso poder aos consumidores. Mais do que interagir ou trabalhar com ele, necessitam de o colocar dentro da organização. Darem a responsabilidade de serem parte integrante das empresas e produtos não só num plano operacional, como principalmente ao nível estratégico. Tudo o que não passe por aqui é uma falsa e ilusória participação activa do consumidor na vida de uma marca. Espero que as marcas despertem para esta realidade antes dos seus consumidores.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Audiências em baixo

Já tinha alertado aqui em 2008 para o problema das audiências. Parece que esta é uma situação cada vez mais difícil de ignorar. Ver aqui notícia referente à recente posição da TVI sobre o assunto.

domingo, 8 de agosto de 2010

Hoje sou eu o croquete!



Parabéns, Relações Públicas Sem Croquete!

Chamo-me Ana Cunha, tenho 21 anos e sou uma recém-licenciada.
Quando fui para a universidade entrei a medo e só sabia que, talvez, Ciências da Comunicação fosse uma boa opção. Hoje em dia, gosto de pensar que tomei a decisão certa ao optar pela especialização em Relações Públicas, independentemente da dificuldade de alguns em perceber exactamente o que andei a fazer ou para que serve ao certo esta minha licenciatura.

Chamo-me Marta Eusébio Barbosa, tenho 20 anos e sou uma recém-licenciada.
Queria ser jornalista. Candidatei-me à universidade para ser jornalista. Três anos depois, sou licenciada em Relações Públicas e Publicidade e já não imagino ser outra coisa e por muito que nos digam as mais literais barbaridades sobre a profissão que poucos reconhecem, esta área é um campo de vastíssimo e eterno cultivo. É a área do mais.

A verdade é que o profissional de Relações Públicas tem que ser um pouco omnisciente, um pouco omnipresente, uma espécie de espírito santo empresarial e institucional, capaz de, em torno de si, estruturar uma realidade voltada para o sucesso. 'Somos' (gostamos de nos sentir dentro do sistema, faz bem ao ego) visionários conscientes, temos que o ser.

Somos gente séria, senhores!

Não somos olheiros, nem captadores de modelos para encher discotecas. Somos estrategas. Somos pensadores que têm que, com um certo refinamento, bom gosto mesmo (coisa a que poucos estão habituados), pôr motores empresariais a mexer, evitar erros protocolares, criar iniciativas, mostrar potencialidades, gerir comunicação (e empresários que não a sabem gerir) e, ainda, no meio desta roda viva, afirmarmo-nos enquanto profissão. Uma luta contínua, quase uma forma de vida em resistência. Por isso é que os desafios nos são tão saborosos: sabem a esforço, sabem a mérito.

Este espaço, é, sem qualquer sombra de dúvida, um excelente momento de desmistificação dos profissionais da comunicação estratégica, dos responsáveis pela comunicação institucional, dos gestores de imagem e reputação, assessores, enfim, de todos aqueles que têm, muitas vezes que camuflar o facto de serem Relações Públicas em virtude da ignorância do povo que imediatamente aplica um rótulo de futilidade à pessoa.

E foi por isso que, indicadas pela nossa grande professora, e formadora, de Relações Públicas, Teresa Ruão, começamos a ler o blog, depois a ler o livro, depois a devorar o blog, depois a devorar o livro, e, por fim, a criar o clube de fãs do Relações Públicas Sem Croquete. E é com todo o orgulho que o fazemos, por ser uma fonte complementar e importantíssima para o nosso conhecimento do mundo real desta área do mais.

É de pé que aplaudimos uma iniciativa que hoje comemora 5 anos. E solenemente fazemos uma vénia, cheia de todo o protocolo e de toda a reverência. Não somos a brigada do croquete. Mas somos capazes de fazer com que o croquete se torne bonito.

Terminámos, assim, esta nossa pequena (e muito honrosa ) intervenção com uma das expressões de Renato Póvoas, a quem agradecemos o “convite”, e que é também uma filosofia de vida, mote para a luta constante pela legitimização da profissão:

“Sonhar. Inovar. Não ter medo de fracassar.”

5 anos de Relações Públicas Sem Croquete


Um muito obrigado a todos os que nos últimos anos têm acompanhado e contribuído para o crescimento deste espaço. É de facto já uma vasta comunidade, fundamental para a mudança da percepção global das Relações Públicas em Portugal. Continuem a participar neste diálogo aberto a todos. Comentários e sugestões serão sempre bem-vindos.

Como reflexo deste espírito colocarei, já de seguida, um texto que solicitei para esta ocasião especial às fundadoras do Clube de Fãs do Relações Públicas Sem Croquete. O palco agora é da Ana Cunha e da Marta Barbosa.

sábado, 7 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Publicidade: Tempo volta para trás


O espaço de ontem das Entrevistas de Verão do jornal Diário Económico foi dedicado à Publicidade. Vera Nobre da Costa, antiga presidente da Young & Rubicam e Pedro Pina, presidente da McCann, foram os entrevistados. Perante o que ali foi dito, deixo este apontamento musical do saudoso Tony de Matos.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Inovação


Para muita gente criatividade e inovação é a mesmíssima coisa. Outros até sabem que são coisas distintas mas não conseguem apontar as principais diferenças. Uma vez que no post anterior escrevi sobre criatividade, começo então este, onde abordarei a inovação, explicando a essência de cada um.

Na minha perspectiva criatividade traduz-se em pensar algo novo, de que não há registo até então. São ideias novas ou que combinam de forma única. Já a inovação é o agarrar nestas ideias e transformá-las em produtos, serviços ou práticas que acrescentem valor ao existente (mais eficientes, melhor performance, mais económicas, etc).

Considero que a inovação é componente imprescindível para a modernização e sucesso de toda a actividade económica. A inovação é o elemento mais diferenciador e desequilibrador e o verdadeiro garante da competitividade de uma organização numa conjuntura global e altamente concorrencial. Independentemente do sector é esta a realidade, estejamos nós a falar de Comunicação ou não. Trata-se de algo transversal a toda a economia.

Desta forma, todas as empresas podem e devem inovar, procurando estar um passo à frente da sua concorrência e não do seu tempo. Sublinho: da sua concorrência, não do seu tempo. Quem apresenta soluções demasiado prematuras, arrisca-se que estas não obtenham sucesso. O desafio está em satisfazer necessidades ainda não satisfeitas ou criar novas necessidades. Este é o ponto fulcral em toda a temática da inovação empresarial.

À partida poderemos pensar que tudo está inventado ou que já não existe mais espaço para inovar. Errado! Nunca como agora este campo esteve tão fértil. Nunca como agora os seus clientes estiveram tão receptivos para receber propostas inovadoras. As oportunidades existem, basta estarmos informados e atentos ao que nos rodeia. E não somente na nossa área de actuação, pois é fundamental ter uma visão abrangente. Por isso se quer evitar cair num estado doentio de estagnação profunda ou até mesmo de declínio não hesite em inovar.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Criatividade



Nos últimos tempos parece que virou moda falar de criatividade. Ela é referida por toda a gente, incluindo o Presidente da República, nas mais diversas áreas. São inúmeras as definições existentes mas o grande problema não é o entendimento que cada um de nós tem sobre o que é ou como a criatividade pode ser útil nas nossas vidas. O grande problema é a sua aplicabilidade. Como em muitas outras matérias apregoamos muito e agimos pouco.

Por norma a nossa sociedade não estimula o comportamento exploratório com base na tentativa e erro. Desde pequenos que somos formatados a agir de acordo com padrões rígidos há muito criados sob pena de sermos alvo de uma punição mais ou menos gravosa consoante a suposta infracção. Salvo raras excepções somos um povo conservador e pouco dado ao risco e mudança. Não nos iludamos. Esta mentalidade só mudará daqui a uma ou mesmo duas gerações. Receio que nessa altura seja já demasiado tarde para que nos consigamos impor como país perante uma conjuntura internacional fortemente concorrencial.

Necessitamos definitivamente de enterrar velhas ideias e não ter receio de abrir a porta que dá acesso ao mundo. Temos tantas ou mais capacidades do que os outros que chegam ao nosso país provenientes de Espanha, EUA ou China. Falta-nos apenas auto-estima e atitude para materializar as ideias e os projectos que fervilham nas nossas cabeças mas que, para mal dos nossos pecados, muitas vezes ficam apenas por aqui. Por isso digo: criem, inovem, façam acontecer e sejam felizes!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Análise de Miguel Coutinho no Diário Económico

Miguel Coutinho na sua "Face Visível" no Diário Económico (confesso que aprecio bastante este seu espaço diário), referiu ontem, a propósito de uma tertúlia da EGE - Atlantic Business School, que "uma escola de negócios não se pode limitar a ensinar modelos e teorias, devendo também ajudar a pensar e a especular. O futuro está no que conhecemos e vivemos mas também naquilo que, por vezes, não ousamos pensar".

Estas suas palavras vai ao encontro deste meu post.

É pena que alguns (muitos) ainda não tenham interiorizado esta nova realidade.

domingo, 18 de julho de 2010

Mais acção e menos associações



Este post surge em jeito de comentário a esta nota lançada pelo Telmo Carrapa que já foi abordada, embora de forma ligeira, pelo Rodrigo Saraiva e Rui Calafate aqui e ali respectivamente.

Vejo sempre com bons olhos todas as acções que contribuam para o reconhecimento e valorização do sector das Relações Públicas em Portugal. Como sabem estou igualmente disponível para arregaçar as mangas e transformar meras conversas e ideias abstractas em iniciativas reais. Foi com esse propósito que me empenhei num conjunto de projectos, como são exemplo este blog (que completa o 5º aniversário já no próximo mês), o livro Relações Públicas Sem Croquete ou a própria Petição. É por isso também que aplaudo acções como o PR After Work que surgem através de profissionais independentes e que fazem mais pelo sector do que grande parte dos movimentos associativos em muitos anos. O sucesso destas iniciativas demonstram que a vontade, o querer e o agir desinteressadamente pelo sector é valorizado e reconhecido por quem nele actua, sobrepondo-se à inércia e letargia de quem ocupa muitas das vezes lugares de destaque em instituições apenas pela projecção pública que esses cargos lhes confere.

Tal como tive oportunidade de referir no meu livro, um dos desafios para a área das RP é o reconhecimento da importância desta disciplina no contexto empresarial e a união dos seus profissionais. Mantenho o que disse na altura: “Muitos dos intervenientes só se fazem ouvir quando criticam os seus mais directos concorrentes. Outros têm uma atitude individualista, focando-se apenas nos lucros das suas empresas e pouco, ou mesmo nada, no crescimento deste mercado. Seria importante que as diversas associações existentes em Portugal se unissem em torno de uma campanha nacional de valorização da profissão de relações públicas. Tal iniciativa estimularia um diálogo profícuo entre empresas, profissionais e estudantes, promovendo em simultâneo a afirmação de uma área que na maior parte das situações é difamada e menosprezada em plena praça pública”.

Acredito por isso que a solução para a nossa maleita seja maior dinamismo e acções concertadas entre todos e menos gente a olhar exclusivamente para o seu pequeno, e por vezes mal cuidado, quintal.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Gestão de crise nas redes sociais


Como é sabido o Millennium BCP não tem tido uma vida fácil nos últimos tempos (largos meses) em termos de imagem e reputação. O último capítulo foi o boato que chegou aos telemóveis e caixas de email de inúmeras pessoas dando conta das dificuldades financeiras do banco. Verdade ou mentira, o que é certo é que a mensagem passou para as redes sociais e propagou-se de forma fulminante em blogues e Facebook.

Dado não trabalhar a comunicação do Millennium BCP nem ser cliente do banco, confesso que vejo este episódio como algo positivo para o mercado da Comunicação em Portugal, nomeadamente ao nível do Digital PR. Como referia ontem Francisco Ferreira da Silva na sua coluna de opinião no Diário Económico, "Para já fica, uma vez mais demonstrado, para o bem e para o mal, o poder das redes sociais".

Aproveito este assunto para deixar aqui as principais guidelines em matéria de gestão de crise na esfera digital:

» Analisar as fontes;

» Analisar os conteúdos;

» Actuar com verdade;

» Disseminar o seu ponto de vista sobre o assunto;

» Monitorizar constantemente com ferramentas e programas adequados.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Desabafo



Esta semana um aluno universitário de Comunicação escreveu-me a lamentar o facto da esmagadora maioria dos seus professores serem simplesmente académicos sem qualquer (entenda-se pouca) prática profissional. Tive de concordar. É de facto uma realidade.

Na minha perspectiva falta:
- Conhecimento da realidade no terreno;
- Abertura para a sociedade civil e meio empresarial;
- Gestão universitária à séria;
- Espírito liberal;
- Pensamento out of the box;
- Cruzar a Comunicação com outras áreas (Empreendedorismo, Inovação, Ciência, Tecnologia,…);
- Mente aberta e capacidade para relacionar vários conhecimentos independentes;
- Desejo e ambição para mudar.

sábado, 3 de julho de 2010

As consultoras de Relações Públicas devem ser os drivers das marcas




Quais as razões?
- Estamos na Era dos conteúdos relevantes. Esta é a “praia” dos RP
- Possuem profissionais mais multifacetados
- Possuem profissionais com uma visão mais larga da Comunicação
- Sabem colocar as marcas a interagir na perfeição com os seus clientes
- Dominam as técnicas para activar as premissas de buzz impact
- Dão credibilidade às marcas

Estão as consultoras de RP preparadas neste momento para isto?
Não.

Porquê?
Falta-lhes:
- Pensamento estratégico. Necessitam de mais estrategas e menos jornalistas
- Proactividade
- Desejo de inovar
- Arrogância (em dose moderada)
- Projecção pública
- Auto-estima
- Ambição em assumir esta “responsabilidade”

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Prémios APCE


O PiaR, através do seu "repórter" Rodrigo Saraiva, acompanhou ontem in loco a Gala do Grande Prémio APCE 2010. Fique aqui a par do que de mais importante se passou.

Notas pessoais:

- Parabéns ao João Duarte da YoungNetwork pelo Prémio Blog de Comunicação (Do Fundo da Comunicação);

- "Código de Conduta do Gestor de Comunicação Organizacional e Relações Públicas" - É de facto uma prioridade tal como referi no meu livro "Relações Públicas Sem Croquete";

- Um abraço ao Professor José Viegas Soares, Pres. do Júri e profissional que respeito e admiro bastante. Tive a sorte de ser seu aluno na ESCS.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Passatempo Relações Públicas Sem Croquete



Se fosse o responsável de Comunicação pela marca Portugal que projecto de RP implementaria para projectar o país no exterior?

A melhor sugestão recebida no meu email (renatopovoas@hotmail.com) até dia 4 de Julho levará para casa um exemplar do (valioso) livro Relações Públicas Sem Croquete.


domingo, 13 de junho de 2010

Vuvuzelas? Não obrigado!!!


As vuvuzelas andam na boca do mundo. Nos últimos tempos o som desta corneta tem ecoado nos mais diversos locais. Quantos de nós não foi já surpreendido por um sopro inesperado? Aparentemente estas poderiam ser boas notícias para a Galp que utilizou a vuvuzela como elemento central de toda a sua campanha de comunicação de apoio à Selecção no Mundial. No entanto, a ola favorável que se pretendia em torno da marca arrisca-se cada vez mais a ser um coro de críticas com evidentes efeitos negativos para a imagem da empresa.

A polémica em Portugal e lá fora tem sido muita em torno da vuvuzela. Por exemplo no Facebook foi criada uma página como o nome “Galp! Ponham a vuvuzela no recto!”. Surgiram também notícias dando conta dos efeitos prejudiciais que o som da corneta tem ao nível da audição não só das pessoas que estão nos estádios como das que se encontram em casa a ver os jogos pela televisão. Existem já canais de televisão que recorrem à locução tradicional para omitirem o som das vuvuzelas. Até Cristiano Ronaldo hoje em conferência de imprensa se referiu à polémica corneta: «Mas há algum jogador que goste? Acho que todos ficam irritados. Os comentários que ouço só dizem mal das vuvuzelas». Nas últimas horas um dos responsáveis pelo Campeonato do Mundo disse publicamente que, perante as inúmeras queixas, está a ser equacionada a proibição de vuvuzelas nos estádios.

Por todos estes episódios a Galp vê assim manchada a sua campanha de comunicação relativa ao Mundial. Ao contrário de outros anos onde conseguiu unir os portugueses em torno de hinos de apoio à Selecção (elogie-se o facto das mensagens da petrolífera se unirem na perfeição ao tema do Futebol e aos desejos dos adeptos) a estratégia para a presente competição não foi claramente a mais acertada. É caso para se dizer que a Galp sai do estádio copiosamente goleada e debaixo de um forte coro de assobios por parte dos adeptos.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A importância dos conteúdos


Através do PiaR tomei conhecimento desta entrevista do Richard Sambrook da Edelman ao The Independent onde entre outras coisas refere que as marcas têm de falar directamente com os seus consumidores através de conteúdos interessantes e não puramente comerciais. Recordo aqui o que escrevi num dos capítulos do meu livro Relações Públicas Sem Croquete dedicado às tendências para o sector:

Comunicação directa com o consumidor
Com a proliferação dos meios digitais as marcas vêem aumentadas as suas possibilidades de aproximação aos consumidores. Caminhamos assim a passos largos para uma comunicação mais directa entre empresas e consumidores, com menos intermediários e filtros. Os jornalistas e os meios de comunicação continuarão a desempenhar um importante papel enquanto formadores de opinião, no entanto já não de forma tão decisiva ou primordial. Esta nova realidade exigirá que as marcas saibam adaptar a sua linguagem a este novo canal em tudo diferente ao que estavam habituadas a fazer até aqui.

O poder dos conteúdos informativos
O consumidor é seduzido por conteúdos informativos e não comerciais. Estes últimos não estimulam, não são sexy’s, não satisfazem qualquer tipo de necessidade. Apenas funcionam como repelente, diminuindo drasticamente a taxa de sucesso do contacto por parte da marca. Adopte um comportamento não intrusivo, em que o consumidor procura a marca de forma declarada e não o contrário. Com esta mentalidade empresarial constatará que irá estimular indirectamente por parte do público a produção de conteúdos positivos sobre as suas marcas.

domingo, 30 de maio de 2010

Associação de Relações Públicas de Portugal

Para o reconhecimento oficial das Relações Públicas defendo que é fundamental existir associações activas com uma forte capacidade de mobilização. Nos últimos tempos a Associação de Relações Públicas de Portugal (ARPP) tem dado sinais de querer afimar-se como uma voz activa na defesa da profissão e do sector. Ainda bem que assim é!

Poderão encontrar aqui a página de Facebook da ARPP.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Um novo Ministério para o Marketing?


Num momento em que todos percebemos que as empresas nacionais não podem ficar limitadas somente ao nosso território, a criatividade e a inovação são frequentemente referidas como sendo factores-chave para o sucesso da internacionalização dos negócios. Infelizmente fala-se muito, mas implementa-se pouco.

Pelo parco conhecimento em marketing dos gestores das pequenas e médias empresas portuguesas, que constituem 90 por cento do tecido empresarial do nosso país, a aposta nesta disciplina é feita ainda de uma forma muito tímida. Os tempos actuais deveriam encorajar os decisores a criar valor para as suas empresas através de estratégias de marketing bem pensadas e fortemente alicerçadas. Contudo, o habitual conservadorismo e pessimismo do típico gestor nacional fazem com que o marketing nunca seja uma prioridade na estratégia de crescimento da empresa. Uma questão de ADN ou de mentalidade que necessita de ser rapidamente alterada.

Os decisores devem olhar para as suas empresas de forma profissional e desapaixonada, agindo com base em pressupostos racionais e não em meros feelings. As empresas são hoje marcas cuja performance é fortemente influenciada pela forma como comunicam com os seus diversos stakeholders. O marketing e a comunicação têm assim de ocupar um lugar de destaque na administração das empresas com pessoas válidas e realmente conhecedoras do trabalho que realizam, explorando no limite as ferramentas que dispõem.

É por tudo isto que refiro que o Governo português deveria criar o Ministério para o Marketing. Aqui estariam reunidos um conjunto de profissionais de inquestionável qualidade cujos objectivos passariam por desenvolver a marca Portugal e auxiliar PME’s nacionais no campo do marketing. Acredito que este seria um contributo válido não só para resolver os muitos problemas actuais das empresas portuguesas como enfrentar os grandes desafios futuros de uma sociedade dinâmica e globalizada.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

És RP? Estás convocado!

Através do PiaR Events o Relações Públicas Rodrigo Saraiva (um adepto ferveroso do croquete) lançou aqui o convite para um encontro after work de profissionais da área. A adessão foi imediata. Ver aqui data e local. Espero marcar presença para beber... ou melhor conviver com outros colegas RP's.


segunda-feira, 17 de maio de 2010

XVII Encontro de RP - ISMAI

Foi com um enorme prazer que aceitei o simpático convite do Prof. Abílio da Fonseca, um dos profissionais com maior história na área das RP em Portugal, para participar no XVII Encontro de Relações Públicas do ISMAI no próximo dia 20 de Maio. Lá estarei para falar sobre "A Criatividade nas RP".

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Portugal espera estabilidade nas RP - Marketeer


A revista Marketeer dá aqui eco ao estudo da ICCO referindo que Portugal espera estabilidade nas RP. Eu penso que quem actua na área não concordará com esta conclusão. Conjecturo:
- Crescimento do sector (volume de facturação);
- Valorização da profissão junto dos quadros superiores das empresas;
- Mais e melhores profisionais de RP;
- Maior criatividade dos trabalhos implementados;
- Selecção natural de empresas (profissionais e amadores).


RP crescem 8% em Portugal (Estudo ICCO)


Ver aqui notícia de hoje da Meios & Publicidade.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Sector vitivinícola: potenciar as vendas através da internet


No âmbito da conferência Wine Marketing, promovida pelo Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM), Evelyn Resnick, autora do libro “Wine Brands”, salientou a importância da internet e das redes sociais na promoção das marcas.

O vinho tem hoje novos consumidores (mulheres, países emergentes e jovens adultos) que devem ser impactados pelas empresas vitivinícolas através das novas tecnologias. Para além da elevada utilização da web, valorizam bastante os sites e blogues nesta área. Por outro lado, apesar da conjuntura económica, o consumo de vinho tem crescido consecutivamente em diversos países do mundo como é o caso dos Estados Unidos da América.

Segundo Evelyn, os produtores de vinho devem marcar presença em comunidades na internet, criar blogues, enviar emails e vender na internet. As estratégias de email marketing devem ser criativas e diferenciadas, tendo os novos consumidores como principal target. Já a criação de blogues sobre a temática devem ser bem estruturados e não excessivamente comerciais, pois assim perderão o seu principal valor: credibilidade.