quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Apanhado na Rede - Opiniões com relevância



Para marcar o arranque de 2011, o Apanhado na Rede (blog da Identidade Digital) vai contar com a colaboração de alguns profissionais nacionais da área das RP Online que, durante o mês de Janeiro, nos darão a sua perspectiva sobre os desafios que se colocam nesta área para o ano que se inicia.

Já está disponível o artigo do Dr. Miguel Silva Rodrigues, Director de Marketing, Comunicação e Imagem do Metropolitano de Lisboa. Boas leituras!!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Relações Públicas Sem Croquete em vias de extinção



Dizem-me que a primeira edição do meu livro Relações Públicas Sem Croquete está praticamente esgotada. Após ter sido lançado há pouco mais de um ano, restam neste momento os últimos exemplares, somente em algumas livrarias. Caso ainda o pretendam adquirir, e não estejam para andar à procura, poderão continuar a fazê-lo directamente através de mim (renatopovoas@hotmail.com).

O meu especial agradecimento a todos os que têm feito deste blog um espaço cada vez maior, fazendo votos que este continue a ser um espaço partilhado por todos, pois apenas com a participação de TODOS conseguiremos mudar percepções e tornar as Relações Públicas uma área mais valorizada.

sábado, 1 de janeiro de 2011

O mundo da Comunicação em 2011, segundo o Prof. Bamboo




O Relações Públicas Sem Croquete teve acesso privilegiado às previsões do conceituado astrólogo Prof. Bamboo sobre o mercado da Comunicação em 2011. Confira aqui, em primeira mão, os seus prognósticos (10):

» Crescimento do número de fusões e aquisições tanto no sector das Relações Públicas como no da Publicidade;
» Os preços nos serviços de consultoria de comunicação irão baixar. A prática do dumping agudiza-se;
» A imprensa escrita vai vender menos;
» Maior polivalência nas redacções;
» As redes sociais ganharão mais adeptos e as pessoas passarão mais tempo nestas;
» Os bons conteúdos farão a diferença nas redes sociais;
» Os smartphones e os tablets aumentarão as suas vendas;
» O investimento publicitário nos meios digitais continuará a crescer;
» Aumentará o número de crises originadas nas redes sociais;
» Para compensar o desinvestimento na publicidade tradicional, as agências de publicidade irão tentar conquistar o terreno do digital às Relações Públicas.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Constatações de Comunicação*



“A comunicação não depende de sintaxe, eloquência, retórica ou articulação, mas do contexto emocional em que a mensagem é absorvida”.
Edwin Friedman



* Espaço dedicado a simples mas importantes dicas para quem actua na área da Comunicação. Envie-me as suas sugestões.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Ensitel: Breve apontamento



Já muito se disse e escreveu sobre o caso Ensitel nas últimas 24 horas. A marca entrou infantilmente num buraco fundo, muito fundo.

Desde o início que o processo foi mal conduzido por pessoas que certamente nada percebem de comunicação nem de redes sociais. Seguramente mal aconselhados por advogados, sem competências para agir nesta esfera e que apenas se preocupam em justificar os seus fees, a Ensitel vive um momento difícil, exclusivamente por culpa própria, que terá consequências negativas para o seu negócio.

Agora só esperemos que os responsáveis da marca não se lembrem de fazer uma campanha de publicidade para “resolver” este caso.

Contudo, todo este imbróglio é bastante positivo para o mercado das RP, pois servirá para consciencializar os nossos marketeers para a importância da "pasta" da comunicação e das redes sociais ser gerida por profissionais. É caso para recuperar um velho provérbio popular
: “Cada macaco no seu galho”.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Constatações*



Em apresentações elimine as barreiras entre si e o público. Aproxime-se dos outros e mantenha uma postura aberta.



* Espaço dedicado a simples mas importantes dicas para quem actua na área da Comunicação. Envie-me as suas sugestões.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Promoções DdN (Depois do Natal)




Perante as promoções que inundam desde ontem as lojas, sou só eu ou a esmagadora maioria dos consumidores também sente que foi assaltado nas compras de Natal?

Todos nós sabemos que este período após o Natal é marcado por saldos, promoções e outras estratégias básicas de vendas e escoamento de stocks. Contudo, a minha questão é: Será razoável que as marcas, principalmente no quadro de crise que vivemos actualmente e imediatamente após o dia de Natal, façam reduções de 50 a 70 por cento em todos os seus produtos?

Por ter cartão cliente de algumas lojas - outro conceito totalmente banalizado que não faz qualquer sentido nos dias de hoje, pois perdeu a sua essência inicial - em plena manhã de dia 25, ainda mal tinha acordado, já me chegavam ao telemóvel os primeiros anúncios de preços baixos. Os nossos irmãos brasileiros classificariam, certamente, este acto como uma autêntica sacanagem…

Acredito que as marcas só terão a ganhar se deixarem de tratar os seus clientes como verdadeiros totós. O primeiro player que praticar estratégias honestas, transparentes e adequadas à realidade actual ganhará facilmente vantagem sobre os opositores.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Croquetes de Castanha de Natal


Croquetes de Castanha de Natal

2 (sopa) de cebola ralada
1 e ½ de castanhas moídas
½ de pão torrado esmigalhado
½ de pimentão picado
2 de arroz cozido
1 de ricota
1 de leite
2 ovos


Misturar 1 e ½ xícaras de castanhas moídas, 2 colheres (sopa) de cebola ralada, 1 xícara de leite., ½ xícara de pimentão picado, 2 xícaras de arroz cozido, 1 xícara de ricota e ½ xícara de pão torrado esmigalhado. Bater 2 ovos e adicionar à massa. Formar croquetes e assar no forno brando.


Fonte: www.livrodereceitas.com

Constatações*



Vivemos numa era visual. Tem apenas 20 segundos para causar a primeira impressão correcta.

* Espaço dedicado a simples mas importantes dicas para quem actua na área da Comunicação. Envie-me as suas sugestões.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

10 razões para o insucesso das campanhas eleitorais



Os candidatos…

- Não estabelecem ligações com as pessoas;


- Estão direccionados para atacar quase exclusivamente os seus concorrentes;

- São egocêntricos. Veja-se o exemplo do Fernando Nobre num recente debate televisivo: “ O Sr. Francisco Lopes já viu alguma criança a correr atrás de uma galinha por causa de um bocadinho de pão que levava no bico?”. Foi obviamente ridicularizado;

- Não se identificam com as pessoas nem se relacionam com elas de forma directa para aumentar a sua influência;

- Não valorizam nem respeitam os eleitores;

- Não escutam verdadeiramente as pessoas. Assistimos somente a um falso escutar. Pedem-se opiniões que na verdade não têm qualquer consequência;

- Discursos pouco autênticos;

- Falta de verdade e transparência;

- Preferem focar-se em si próprios do que nos outros;

- Muito conservadores. Não introduzem momentos especiais.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Portugal vs Brasil



Sempre atento, o Rodrigo Saraiva destaca bem esta investigação para a qual tive a oportunidade de colaborar.


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Desculpe... não percebi



Aproveitando a boleia do Telmo Carrapa e do seu "Comunicações ou Não", um espaço que visito regularmente e que aconselho, duas notícias que deveriam ir para a secção "E esta, hein?".



terça-feira, 23 de novembro de 2010

Social Media: Não basta querer, é necessário estar preparado II


No seguimento do último post, recebi ontem mais uma informação de grande relevância para este meu espaço de Comunicação e Relações Públicas. Proveniente de uma empresa de comunicação da nossa praça, fiquei a saber que existe por aí uma instituição benemérita que anda a oferecer fraldas reutilizáveis.

Apesar de ter sido pai muito recentemente, o assunto não me emocionou o suficiente de forma a publicar aqui a informação. Lamento.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Social Media: Não basta querer, é necessário estar preparado


Através do PiaR tomei conhecimento deste post da Alda Telles sobre quais os melhores profissionais para trabalhar a comunicação das marcas nos social media. Concordo na generalidade com o artigo. Os profissionais de RP são sem sombra de dúvidas os melhores para actuar nestas novas plataformas ao nível da estratégia, conteúdos, relação, dinâmica, etc.

Contudo temos também de ser um pouco críticos connosco mesmos. Só assim conseguiremos ser melhores dia após dia e valorizar as nossas competências e trabalho junto das marcas. Digo isto porque nos últimos meses, no âmbito deste blog, tenho recebido por email informações de diversas agências de comunicação. 99,9 por cento das informações recebidas nada têm a ver com o universo da Comunicação e Relações Públicas. O meu blog deve estar certamente referenciado em algumas listas de blogs (espero eu de malta porreira), e por isso, cá vai disto. Disparamos para todo o lado, independentemente do perfil e conteúdos do blog.

Isto é uma autêntica perda de tempo, que não produz qualquer tipo de resultado e um mau trabalho que em nada prestigia o sector da Comunicação e Relações Públicas. As empresas devem estar atentas a estes duvidosos procedimentos internos e rectificar de imediato o comportamento dos seus profissionais. Isto porque para fazer copy-paste e carregar no send até a minha sobrinha de 4 anos faz.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Capacidade de comunicação de um líder

Um bom líder tem de saber comunicar de forma clara, sucinta e cativante.
Infelizmente, ainda existem muitos casos de pessoas com elevadas responsabilidades que não estão devidamente preparadas para enfrentar um jornalista ou uma audiência de média dimensão. O domínio das técnicas de comunicação é na actualidade um ponto fulcral na construção de um líder e na sua afirmação ao nível interno e externo. Por muito boa que seja uma ideia, ela só é verdadeiramente “comprada” se for bem transmitida a quem de direito. Tal como numa decisão difícil, e na actual conjuntura de crise são muitas as que os líderes têm de tomar, uma boa comunicação consegue legitimar essa posição menos simpática. Contudo, sempre num quadro de verdade e transparência.

Procure também entusiasmar as pessoas com quem tem a oportunidade de estar. Valorize ao máximo estes momentos e capte o interesse das pessoas. Contudo, sem nunca perder a sua personalidade e autenticidade, trabalhe-a de forma a ir ao encontro do interesse dos outros e em função do ambiente e circunstâncias onde está.

Por fim, seja selectivo no número de intervenções que faz. Procure não opinar sobre tudo, sabemos que não existem humanos com conhecimentos sobre todas as matérias (a devida excepção para o Nuno Rogeiro), nem emitir ideias novas todos os dias. Não caia na tentação de ambicionar ter um “soundbyte” sempre que acorda de manhã.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Publicidade procura RP para gestão de crise


"80% dos portugueses concorda que a publicidade “só quer vender”
Ver aqui os desenvolvimentos via Briefing


“Proclamo independência da bullshit, das apresentações vazias e dos tão reais 360º, pelos quais tudo fica exactamente como estava”
Ver aqui os desenvolvimentos via Meios e Publicidade

A banca e as novas tecnologias (2ª parte)



Com as novas tecnologias terão de ser criados novos bancos para responder às necessidades de um público jovem que quer cada vez mais receber informações e serviços no menor tempo possível. As redes sociais, onde estes jovens estão várias horas por dia, são assim o meio de excelência para interagir e comunicar com eficácia.

Esta geração Y (nascidos entre 1980 e 1994) que vos falo nasceu a clicar. Querem por esta via fazer tudo de forma rápida e prática. Se tal não for possível, irão certamente procurar alternativas. São pessoas extremamente voláteis e impacientes.

Por outro lado, estes utilizadores/consumidores gostam de ser escutados pelas instituições. É fundamental envolvê-los ao máximo nos processos de decisão e no desenvolvimento de produtos e serviços. Se repararem, as empresas que estão conscientes desta realidade e têm esta componente no seu ADN são as mais bem sucedidas comercialmente.

A banca em Portugal tem ainda uma postura muito egocêntrica. Eu arriscaria dizer que dois terços do seu foco são na própria instituição, e apenas 1 terço nos seus clientes. O serviço hoje tem de estar direccionado para o cliente, escutando-o todos os dias e rectificando procedimentos em função deste feedback.

Por força do desenvolvimento das novas tecnologias e dos canais online, o papel das próprias agências bancárias está condenado a mudar drasticamente. Num futuro muito próximo cada um de nós quando se deslocar ao balcão do seu banco procurará um atendimento especializado e personalizado. As tarefas banais ficarão excluídas deste espaço, sendo apenas executadas ao nível online ou nas caixas de multibanco.


Para finalizar, diria que falta uma certa maturidade às instituições bancárias. Ou seja a capacidade de ver e agir em benefício dos outros. Na verdade, raramente se importam com o que é melhor para os seus clientes.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

RP Memória

Há precisamente um ano foi assim...




Foi um ano fantástico em que tive a oportunidade de conhecer pessoas enriquecedoras em diversos locais do país (e mais virão já no próximo mês e 2011). A todos, o meu muito obrigado!