segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O que é este Relações Públicas Sem Croquete?

“Relações Públicas sem Croquete é uma verdadeira pedrada no charco”

“De uma forma contundente, o autor não se coíbe de apontar determinadas maleitas de que o sector padece, mas também aconselhar, questionar e partilhar casos de sucesso”

“Mas se está à espera de mais uma obra inócua, enfadonha ou letárgica desengane-se”

João Pereira (Assessor de Comunicação da Roche Farmacêutica), autor do prefácio

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O poder das redes sociais...



… aumenta a exposição das marcas para o bem e para o mal. Ver aqui notícia da Meios e Publicidade sobre as críticas à campanha do Pingo Doce.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Relações Públicas Online




Salvo raras excepções não existe por parte das empresas que actuam em Portugal uma verdadeira aposta e uma clara estratégia em Relações Públicas online. O que existe até este momento são meros projectos avulsos. Para além disto, a esmagadora maioria das iniciativas lançadas na Web são one shot, perdendo rapidamente o seu fulgor inicial. Esta quebra de impacto deve-se sobretudo ao facto dos projectos não serem “alimentados” durante todo o tempo em que se encontram no ar. Na maioria das ocasiões não existe monitorização nem optimização. Era como se semeássemos uma flor e a abandonássemos de seguida.

Procure de forma inteligente e estruturada os seus consumidores no meio online. Terá certamente boas surpresas sobre o que falam acerca da sua marca e onde o fazem. Experimente investir meio-dia de trabalho nesta tarefa. Acredito que tenha uma agenda sobrecarregada. No entanto, bastará desmarcar duas reuniões, deixar de fumar 5 cigarros e poupar outros tantos cafés.

Se seguir o meu conselho deixará de ser ignorante relativamente à presença da sua marca em ambiente online. Contudo, este é apenas o início de um longo percurso. Muito haverá certamente ainda a fazer para que possa rentabilizar a sua marca em termos comerciais e de reputação online.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A vitória dos comunicadores


Um apontamento pertinente aqui do João Duarte referindo que os grandes vencedores das eleições de ontem, quer se goste ou não, foram os líderes políticos mais bem preparados do ponto de vista comunicacional. Eu diria que quem não perceber tal evidência, acabará por morrer à míngua mais dia, menos dia.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Obama e os talk shows




O Presidente dos EUA participou num só dia nos cinco principais talk shows emitidos no país. Neste dia de domingo, apenas a FOX, detida pelo milionário Rupert Murdoch, ficou de fora devido às ligações deste à ala Republicana.

Esta maratona televisiva serviu essencialmente para reafirmar as suas ideias e medidas nos polémicos campos da Saúde, Economia e Relações Internacionais.

Barack Obama continua a surpreender na forma como se relaciona com os meios de comunicação social e os usa em seu proveito. Toda a sua estratégia revela muita inteligência e inovação, ingredientes fundamentais para o seu sucesso num cargo altamente desgastante em termos mediáticos e públicos.

Ver aqui notícia do jornal Público

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Comunicação Digital



Esta semana fui contactado pela Associação Brasileira de Relações Públicas a propósito do seu 10º Encontro sobre Comunicação Digital.

Destaco este contacto pelo seguinte:

- Pensaram efectivamente no target.
Falaram directamente com bloggers e com a devida antecedência;

- Utilizaram uma abordagem correcta.
Personalizaram a informação com o meu nome e o do blog, e não apenas no início do e-mail. Demonstra cuidado e trabalho;

- Linguagem utilizada adequada.
Simples, directa e objectiva!

- Criaram incentivos para estimular a participação.
Por cada 10 inscrições no Encontro que fizerem referência ao facto de terem visto a informação num determinado blog, o seu administrador poderá participar gratuitamente no evento e os profissionais e estudantes têm 10% de desconto no valor da inscrição.

Um bom exemplo de como devemos interagir online.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Os pseudo-jornais



Ver aqui artigo sobre os propaganda newspapers que estão a surgir no Reino Unido.

Se por um lado constatamos que os jornais são ainda muito importantes para mudar opiniões e contruir reputação, observamos também que tal potencial é rentabilizado num negócio pouco ético.

Em Portugal ainda não chegámos a este ponto, mas já temos projectos onde o comercial se sobrepõe claramente ao editorial.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

ICAP II


Tal como eu, parece que existem outros que consideram a campanha de publicidade do ICAP uma autêntica miséria. Ver aqui o meu post sobre o assunto e aqui a opinião do Sangue, Suor e Ideias.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Diário Económico destaca redes sociais



A edição de hoje do jornal Diário Económico dá um especial enfoque ao tema das redes sociais, como o Twitter ou o Facebook. Consultar aqui artigo e aqui a opinião do Francisco Ferreira da Silva (Subdirector do DE) sobre o assunto.

Quais as principais empresas portuguesas que usam estas plataformas online para comunicar com os seus consumidores; As suas estratégias; As vantagens e desvantagens nesta presença; ou as principais dicas para entrar neste “novo mundo” são alguns dos assuntos abordados ao longo do artigo.

Vale a pena dar uma vista de olhos.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

"Guerrilha Ideológica" - 31 da Armada


O blog PiaR faz aqui o retrato do brutal impacto da acção das bandeiras da Câmara Municipal de Lisboa levada a cabo pelos elementos do blog "31 da Armada". De facto, apenas uma palavra para descrever tudo isto: Impressionante!


Ver aqui o vídeo.


sábado, 8 de agosto de 2009

4 anos de Relações Públicas Sem Croquete



O Relações Públicas Sem Croquete cumpre hoje o seu 4º aniversário. No dia 8 de Agosto de 2005 referi que a criação deste inovador espaço pretendia incutir maior visibilidade e reconhecimento a uma área que pode ter um importante papel ao serviço de empresas ou instituições. Volvidos quatro anos reafirmo o que disse nesse primeiro momento.

Não caindo no facilitismo da polémica ou da cusquice do sector, tenho pautado as minhas intervenções com elevada seriedade, transparência e objectividade, pois considero ser este o caminho mais correcto.

Neste momento simbólico não posso deixar de agradecer a todos os meus leitores, portugueses e não só, que ao longo dos últimos quatro anos têm participado com os seus comentários e emails. A todos eles, o meu muito obrigado, pois são eles o grande motor deste espaço.

Um grande abraço a todos!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

ICAP


O ICAP (Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial) lançou no passado mês de Junho uma campanha de publicidade que visa aumentar a sua notoriedade e demonstrar que os diversos players do sector defendem uma publicidade verdadeira. O mote da campanha adoptado é: “A Publicidade interessa-nos a todos”. Ver aqui.

Eu diria que:

1) A notoriedade não se conquista por esta via (publicidade), mas sim pelas RP;

2) Se as pessoas daquela entidade defendem “uma publicidade mais responsável, verdadeira, legal e honesta”, qual a razão de terem adoptado uma mensagem tão questionável como “A Publicidade interessa-nos a todos”?

3) São campanhas como estas que fazem o público duvidar e desinteressar-se cada vez mais pela publicidade actual.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A oportunidade das Relações Públicas


Com a actual recessão económica as Relações Públicas terão tendência a desenvolver-se mais e a ter uma presença mais vincada nos planos de marketing das empresas. Tal situação constitui uma oportunidade mas ao mesmo tempo um desafio para os profissionais deste sector. Será necessário que estes tenham a arte e o engenho suficiente para demonstrar as mais-valias desta disciplina ao serviço das marcas.

Sendo as RP muito mais acessíveis comparativamente com a Publicidade, a tolerância poderá ser maior, mas os gestores irão exigir à mesma resultados numa óptica custo/benefício. Ninguém estará, certamente, disponível para realizar um investimento, por muito reduzido que seja, que não origine um volume de negócios suplementar.

Perante isto, apenas existe um caminho: trabalhar, assumir riscos, perseverança e inovar!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Algumas lacunas na comunicação das empresas



- Escutam pouco. Não valorizam o feedback dos seus públicos;

- Não envolvem os seus colaboradores;

- Os líderes não explicam as suas decisões (entenda-se as principais, como é lógico). Isto ganha maior relevância nos momentos de crise onde as decisões difíceis acrescem;

- As empresas continuam a olhar para os seus clientes de cima para baixo, como se fossem superiores. Esquecem-se muitas das vezes que apenas existem porque têm quem compre os seus produtos ou serviços;

- Olham para os meios de comunicação social como um conjunto homogéneo;

- Vão atrás de modas. Estão em locais apenas porque os seus concorrentes também lá estão ou todos falam ser importante;

- Não compreendem que cada rede social tem as suas especificidades, exigindo das marcas um comportamento personalizado;

- Demasiadas réplicas, pouca inovação.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Os media e os adolescentes - Estudo Morgan Stanley


Esta semana foram reveladas as conclusões de um estudo da Morgan Stanley sobre a relação dos media com os adolescentes. Uma curiosidade: o responsável pelo relatório tem apenas 15 anos e é estagiário naquele banco de investimento.

Highlights da investigação:

1) Televisão
O futebol e as séries são os programas mais procurados. No entanto, são muito selectivos e apenas seguem na televisão as principais. Mostram-se adeptos da TV sem anúncios.

2) Imprensa
Não têm tempo nem paciência para ler jornais devido à sua dimensão e preço. Preferem optar pelos resumos na internet. Os jornais gratuitos são a única excepção.

3) Rádio
Os jovens afastam-se cada vez mais das rádios devido às playlists escolhidas por outros e bastante repetitivas. Preferem optar pelos sites de internet que permitem a criação de um perfil único para cada utilizador.

4) Jogos
Segundo este estudo, os jogos para PC perdem claramente para as consolas. Dificuldades de instalação e facilidades em piratear são os principais argumentos.

5) Marketing
Pop-ups e banners nos sites e formatos tradicionais como os outdoors são quase sempre ignorados. Apenas o marketing viral é bem acolhido, graças ao humor que normalmente é a base destas campanhas.

6) Música
A maioria dos adolescentes recusam-se a pagar pela música. A esmagadora maioria faz downloads ilegais e considera que o preço praticado por sites como o iTunes (0,99 euros por uma música) é excessivo.

7) Cinema
Têm o hábito de ir ao cinema não pelo filme em si, mas pela experiência de ir com os amigos. Ao contrário da música, o download ilegal de filmes não acolhe muitos adeptos, visto a sua qualidade ser normalmente muito duvidosa.

8) Internet
O autor do estudo considera que o Twitter é apenas uma moda, uma vez que os jovens criam as suas contas mas não as actualizam. Não vêem nenhuma mais-valia na sua utilização. Preferem os telemóveis para escrever mensagens curtas e dá-las a conhecer aos seus amigos. Por outro lado, o Facebook tem uma maior importância, uma vez que quase todos os jovens têm a sua própria página que é visitada cerca de quatro vezes por semana.

terça-feira, 14 de julho de 2009

O Piar das RP


Alexandre Guerra a propósito do 1º ano do PiaR faz aqui uma pertinente análise sobre o que se passou na esfera da comunicação e relações públicas nos últimos 12 meses. Eis, na minha opinião, as principais notas:
1) O sector regista uma forte turbulência. É positivo. Se estivesse estagnado revelaria desinteresse e apatia entre os seus intervenientes;
2) Muitas "birras", invejas, egos desmesurados e insinuações cobardes.Concordo plenamente;
3) A blogosfera perdeu alguma força. Sem dúvida! O entusiasmo inicial desvaneceu-se. Contam-se pelos dedos de uma só mão os blogs sobre comunicação com real interesse e que procuram inovar e surpreender os seus leitores;
4) Redacções mais jovens e reduzidas. Bastará recuarmos três ou quatro anos para constatarmos que as diferenças são abissais.
Quanto à crítica que Alexandre faz ao facto do sector continuar pobre, penso que está na mão, ou na cabeça de cada um, dar o seu contributo para que este melhore através de ideias e propostas verdadeiramente criativas e diferenciadoras. Lamentarmo-nos ou cruzarmos os braços não solucionam os problemas actuais. Sou um optimista por natureza, mas consciente. Num mercado cada vez mais concorrencial, independentemente da área, sei que sem trabalho e perseverança nada é alcançado. É esta a minha postura. É assim que tenho conseguido as minhas vitórias. Um desses exemplos é este blog que, de há quatro anos para cá, tantas alegrias me tem dado.
É por isso que digo que só o eterno profissionalismo, dedicação e união entre os players do sector, fará deste um espaço muito mais atraente, valorizado e cobiçado.
PS: Parabéns PiaR! Continuem!